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 Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34

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The Death
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MensagemAssunto: Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34   Sab Abr 19, 2014 10:05 am

LAGO PLESCHEIEVO

O Plescheievo é um dos maiores doce da Rússia, situado no óblast de Iaroslavl. Tornou-se mais conhecido por ter sido uma área de lazer dos czares russos, no passado, e foi aqui que nasceu a Marinha Russa. Com profundidade de cerca de 25 metros no seu meio, durante os invernos fica congelado a partir de novembro, vindo a descongelar-se em abril. É deste lago que sai o navio para Durmstrang, que leva os alunos para o início de mais um ano letivo. Subindo cerca de 1km pela margem esquerda do lago é possível encontrar uma pequena casa de barcos abandonada e com avisos para manter a distância. Ao se aproximar da porta da casa, tendo uma varinha em mãos, a mesma se abre e permite a entrada dos bruxos. Nos fundos da cabana existe uma varanda que se estende em um pequeno cais, onde o navio de Durmstrang fica atracado. Trouxas não conseguem entrar na cabana, muito menos visualizar o cais e o navio devido a um poderoso feitiço de proteção. O navio possui uma aparência esquelética, de madeira enegrecida, e luzes bruxuleantes parecem dançar através das pequenas janelas que formam as cabines.

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TRAMA
Noite invernal, onde o lago encontra-se congelado e a vida é dificultada. Há exatos dezenove anos atrás dava os primeiros gritos Dean Crawford, e com ele nascia a profecia que decidiria a vida do meio mágico após o dia de hoje. A profecia deixava claro que Dean seria guiado para o destino que o próprio escolhesse: desaparatar nas proximidades do Lago Plescheievo, ou retornar para casa. Infelizmente a profecia não é totalmente clara quando detalha os acontecimentos que se dão a seguir, pelo fato da profecia estar fragmentada em vários pedaços que foram perdidos ao passar do tempo, o que causa conflito na hora da escolha do Senhor Indesejado, pois o mesmo precisa escolher trilhar um dos caminhos para descobrir o desfecho daqui a nove anos.
- Cada post deve conter no mínimo quinze linhas, e o máximo de linha deve abranger todo o contexto necessário para redigir a trama;
- A escrita deve seguir a variedade linguistica formal (não necessariamente totalmente formal, mas evitar narrações coloquiais);
- As regras de duelo são despresadas agora: o duelo deve ser redigido com a vitória de Dean Crawford e com a morte de Vassili Armstrong, as regras válidas para duelo são semelhantes às do livro, no entanto, há a possibilidade de utilização de feitiços de outras plataformas da saga;
- Deve haver pelo menos quatro posts para o desfecho da trama nessa narração.
REGRAS PARA POST

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Última edição por The Administrator em Dom Dez 28, 2014 10:39 pm, editado 9 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34   Sab Abr 19, 2014 11:04 am

República Russa: Lago Plescheievo. - CICLO DE TREVAS.
Inúmeras vezes escutamos promessas sobre um novo mundo, uma nova organização social-econômica, novos valores a serem levados em consideração por aqueles que nos lidera. Mas sinceramente, quem realmente trouxe tais palavras à realidade...? A resposta não é retórica, alguém realmente poderia me responder, se ao menos fossem possível contar em números inteiros quem já fez isso e não foi morto em seguida. Atualmente, sou um desses, que tenta algo, e agora está morto. Não morto fisicamente, mas morto para o meu querido país. Há muito tenho intervido no meio político da Grã-Bretanha Bruxa, mas, infelizmente, minhas atitudes foram efetivas para o levantamento de uma blasfêmia com relação ao comportamento da minha família no período em que as trevas do ser eterno das horcrux's caiu sobre o Mundo da Magia, e hoje sou considerado neo-seguidor de Voldemort (pessoas que ainda hoje seguem os valores pregados pelo lord das trevas). Infelizmente os fatos armados pelo núcleo ministerial da magia estavam impecavelmente articulados, e meu pai está, nesse exato momento, de volta à Azkaban, lugar que deixara há muito por cumprimento de pena (sim, meu pai era neo-comensal). Mas o que posso fazer? Nada. Tentar arrancá-lo de Azkaban seria uma boa, mas, infelizmente, não sou muito bom com o domínio dos feitiços duelísticos. Fora que já estou morto, como disse antes. Mas dessa vez é diferente, por incrível que pareça, há alguns segundos atrás estava realmente vivo fisicamente. Digo isto pois estou prestes a me entregar, mas não estou disposto a ir para Azkaban. "Ele vai se matar?", você deve estar se perguntando agora, porém, a resposta é não. Pretendo apenas anunciar minha presença na Rússia.

A verdade é que estou sinceramente cançado dessa terra. Não há como acreditar em um futuro num mundo como esse, onde a evolução é negada por aqueles que elegemos. Em quem acreditar? Para onde se esconder? Como viver? Apesar de que viver nesse mundo tem outro nome: sobreviver. Mas uma coisa sei: não posso ir sem deixar uma herança para os que tentarem intervir por um lugar melhor. Estava em uma choupana aos pedaços nas proximidades de Pereslavl-Zalessky. Acomodava-me na poltrona próxima da lareira e sentia enfim o calor do lugar que mesmo destruído, não deixava de ser confortável. Em minhas mãos achava-se apenas um livro de contos do Mundo da Magia, por algum motivo eu admitira nesse período um gosto imensurável por contos sobre a morte. Talvez porque esta tem andado tão próxima, podendo levar-me a qualquer instante, mas aparentemente a Eterna Senhora do Fim adora presenciar o enlouquecer dos seres que não vem a hora de tudo finalmente acabar, acho que porque a "vida" dela deve ser no mínimo sem graça, isso sem tocar no assunto do seu trabalho. Voltando à realidade, fitei com meus olhos a paisagem lá fora: estava nevando novamente. Eu, apesar de odiar o frio europeu, ainda sim adoro os delicados flocos de neve que banham o continente, e adoro ainda mais observá-los cair. No entando, desta vez, os flocos caiam de uma maneira interessante. Talvez porque estou esperando apenas o fim bater a minha porta, talvez porque aquela poderia ser a última vez que eu poderia analisar o bailar das pétalas brancas e finas de gelo. Mas o que posso fazer, como já me perguntei antes? Nada. Bem, mas aparentemente a hora está próxima. Emergi da minha confortável acomodação. Fechei o livro e observei sua capa. Retirei o marcador na página cento e cinquênta e o guardei no bolso, e por fim coloquei o livro sobre a mesa. Analisei com os olhos uma última vez todo o lugar que há três anos chamo de lar, e mantive-me parado por fim a observar a lareira. Provavelmente ninguém nunca mais chegaria ali, mas acredito que a morte não precisará me seguir agora, já que estou prestes a realizar seu trabalho, portanto acho justo deixar a lareira acesa. Deslizei os dedos sobre a mesa de madeira próxima da poltrona, até encontrar pelo tato um envelope branco qual deixara ali mais cedo. Na verdade, o envelope tratava-se de um berrador, um último testemunho para as futuras gerações... Olhei-a por alguns instantes, até que recolhi meu braço, e fui engolido por uma desfiguração física que me teletransportou para outro lugar - aparatei.

Desaparatei na Floresta de Plescheievo, onde certamente não haviam muitos trouxas, adotando a noção de que o inverno não a tornava muito agradável. Acomodei-me por alguns segundos no caule da árvore mais próxima e vasculhei minhas vestes até encontrar um maço de cigarro (BlueMaster) e um esqueiro metálico salpicado de cinzas. Pus o BlueMaster em minha boca, e em seguida levantei o esqueiro de encontro à ponta do cigarro. Abri a tampa do esqueiro com auxílio do meu polegar direito, e em seguida acionei-o, o forçando a acender enquanto sugava as impurezas do cigarro com a boca. Por fim, após acender meu BlueMaster, guardei o esqueiro no bolso da minha calça, e coloquei-me a inspirar as substâncias daquele vício mortal, e lá fiquei (encostado na árvore) até finalmente saciar minhas necessidades como o fumante perdido nas trevas em meio ao vício, qual sou. Quando finalmente terminei de fumar, os Sol se punha às minhas costas, a noite finalmente dava seu ar, e tenho que reconhecer e explanar: sou um amante das noites frigidas e serenas, onde o calor faz-se presente tão-somente nos romances literários quais leio para passar a vida. Levantei-me e me dirigi para fora do ambiente onde só se podia ver inúmeras árvores enormes (buscava uma última vissão nítida da grandiosidade da natureza).

— Belíssima noite, devo declarar. — admiti enquanto virava-me tentando captar panoramicamente todo o horizonte daquela colossal floresta banhada por uma película finíssima de neve, isso sem descartar, é claro, o belíssimo crepúsculo defronte ao meu perfil, que anunciava o fim de mais um dia tão caloroso quanto o clima invernal da Rússia. Retirei uma varinha qualquer roubada das minhas vestes (a minha fora quebrada), apontei-a para cima e brandei: Repello Mugletum! —, e imediatamente um lampejo azul lançou-se ao céu, numa altura de aproximadamente cinquenta metros, e converteu-se alfim em uma capsula transparente que ganhou volume até agregar completamente o Lago Plescheievo, e em poucos estantes todos os trouxas que estavam no raio do lago distanciaram-se o máximo possível do local de onde estavam. — Brilhante, devo apenas esperar que os mercenários ministeriais notem a influência de uma azaração no comportamento dos trouxas — murmurei enquanto caminhava em direção ao lago congelado. O frio era notável, portanto abotoava meu sobre-tudo e fechava meu casaco. Minha calça preta estava chamuscada de neve, assim como todo o resto das minhas vestes, afinal, no dia anterior, acabei adormecendo em meio ao frio e ao cair dos delicados flocos de neve em Stalingrado. Sabe lá Deus como ainda estou "vivo". Meus cabelos eram despertados de acordo com a brisa frigida que ganhava o ambiente de quando em quando. Minhas luvas não estavam adiantando muito no "aquecimento" das minhas mãos, tanto que era difícil movê-las em determinados momentos, no entanto, estava disposto a lutar, por isso dirigi-me ao centro do lago, onde era possível ser notado facilmente caso alguém vasculhe a floresta sobre uma vassoura.
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Dean Crawford Callaghan
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MensagemAssunto: Re: Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34   Sab Abr 19, 2014 11:07 am

rússia - Pereslavl-Zalessky - MR.CRAWFORD.
Acreditar em um futuro livre de injunstiça é certamente ilógico, no entanto, é válido fugir da realidade criando um novo universo paralelo, adminstrando-o da maneira qual seu proprietário julgar melhor. No entanto, alguns chamam isso de loucura, e por isso submetem seres humanos que admitem tal atividade à testes cerebrais dolorosos para o físico e para o sentimental; outros chamam de "filosofar", mas não compreendem que a filosofia está voltada para a compreenção desse universo, não para a criação de um universo alternativo onde as afirmações são constituídas após o minuncioso análise da realidade a qual vive-se de fato; contudo, ainda sim há gente que chama essa atitude de tão-somente pensar, e esses garantem que pensar é a única maneira de conquistar sonhos aqueles que dependem crucialmente da influência de segundos. E quem seria exemplo para os que procuram uma fuga louca, filosófica e racional? Ninguém melhor que o autor da desordem social em Hogwarts e em qualquer lugar que sua presença seja reconhecida: Dean Crawford, personagem fundamental para a história a qual procuramos um desfecho. Mas como uma figura tão ausente de bons modos e cultura pode representar tal atitude tão questionada e complexa? A resposta é obvia e um tanto quanto pessoal: ora, não julgue-o por sua personalidade - muitos submetem ao "Senhor Indesejado" a "justiça" qual qualificam melhor para sua personalidade -, no entanto, não compreendem que sua personalidade é formada pela loucura a qual sua realidade filosófica está inclusa. E como é possível provar isso? Coloque-se no lugar do filho de "ouro" do Primeiro-Ministro da Magia Bretão, Ministro qual licitava o que representa o índice de uma terceira guerra mundial entre raças. Garoto que não tivera permissão de contato de fato com seus pais e com seus irmãos na tentativa de moldar um ser impiedoso com foco apenas naquilo que é pregado por seus líderes (seus avós e seu pai). Jovem que decepcionara toda uma dinastia por se tornar a "ovelha negra da família". Aluno selecionado de Hogwarts selecionado para a casa grifinória, mesmo sendo forçado durante toda a vida a seguir tendências totalitárias, imoráis, e frigidas. Vale lembrar também que a dedução cognitiva de Dean fora explorada muito cedo, o que certamente o deixou imprevisível em determinados momentos e um tanto quanto inteligênte quando necessário. Acha que é fácil? Consegue imaginar-se passando por todos esses momentos? É claro que não, ninguém consegue imaginar tamanha maldade com uma criança protagonista de uma profecia familiar, que hoje encontra abrigo nas alucinações momentâneas ocorrentes em seus próprios pensamentos, pessoa qual não consegue mais imaginar um futuro limpo da "justiça" e dos horrores da vida hoje.

Estava Dean sentado sobre o topo do Sobor Basiliya Blazhennogo (Catedral de São Basílio) observando a apresentação de ballet que acontecia naquela noite em Krasnaya ploshchad (Praça Vermelha). Dean reconhecia que a apresentação era magnifica, mesmo nunca demostrando afeição por danças culturais ou mesmo danças apresentadas no intuito de se movimentar em busca do prazer, mas algo o comovia naquela noite (a ponto de fazê-lo derramar algumas lágrimas). Ah, é mesmo, claro. Como pude me esquecer!? Era treze de setembro de dois mil e quarenta e três, dia do aniversário do Senhor Indesejado. O mesmo completa hoje dezenove anos, mas prefiriu "comemorar" o dia sozinho (longe da família e de Hogwarts). Dissera aos amigos e à família que estava realmente animado por não ter mais limitações no uso dos seus poderes, portanto gostaria de exorbitar os limites racionais divertindo-se, mas estava necessitando refletir sobre tudo o que estava para acontecer: ao completar dezenove anos, Dean chega ao sétimo ano do período escolar de Hogwarts, o que significa que ano que vem seus dias de aluno se encerram, e a responsabilidade da vida e de sua família finalmente pesam, pois previa a profecia que ele tornaria-se o "patriarca" da dinastia aos vinte e oito. Você deve estar se perguntando por que tanta preocupação se ainda faltam nove anos? É simples: a profecia narra os fatos de hoje até o dia treze de setembro de dois mil e cinquenta e dois, e esses não agradaram muito o grifino solitário, mas o ballet o deixara comovido e emprecionado, como deixava claro a profecia.

"De que me vale ser filho do Rei?... Tanta mentira, tanta força bruta." Cogitava consigo mesmo Dean deixando algumas lágrimas rolarem pelo seu rosto. A luz da apresentação iluminava parcialmente seu rosto, o que representava bem a decisão conflitante entre o horror do futuro e a extinção da sua dinastia, o que também não deixava de ser horrorosa de se imaginar. — Qual liberdade existente em momentos como esses, quais a não escolha não é uma opção. — comentava Dean — Já-já a brisa que anuncia "a grande manifestação de poder e covardia chegará ao rapaz...". — pronunciara ele e em seguida concluia em pensamentos: "'..., ir em direção ao colapso do poder decide o futuro...'". E novamente algumas lágrimas rolaram pelo seu rosto, e o grifino abaixa a cabeça fechando os olhos, tentanto por alguns segundos tomar a decisão de nove anos. Não era comum vê-lo em tais condições, afinal, sempre demonstrara suprema personalidade destemida e determinada, mas a indecisão o incomodava como nunca. Foi então que um bafejo frigido e pesado limparam as lágrimas de Dean, e o próprio sabia exatamente o que aquilo significara. Abriu os olhos defronte à apresentação, a observou por uma vez com um olhar decidido, e então foi desfigurado pelo espaço-tempo adentrando um mini-buraco negro que atraíra apenas seu corpo - ele aparatara.

A noite estava notavelmente fria, principalmente no Lago Plescheievo, de onde derivada a energia misteriosa que causara a pesada brisa na Praça Vermelha, mas Dean estava preparado: vestia um casaco qualquer desbotado e aberto por fora e um blusão quadriculado vermelho por dentro, fora uma camiseta para sustentar o frio; usava uma calça jeans preta qualquer, pois não sente-se confortável em usar vestes de baixo para o frio rigoroso, e como de costume, um all star preto de cano longo. Em sua mão estava sua azevinho trinta e cinco centímetros pena de fênix (sua varinha), e na outra estava a demonstração de tamanha a inquietação, pois movimentava irracionalmente seus dedos. Ele não sabia em qual lugar exatamente desaparatara, portanto vagava o lugar com os olhos na tentativa de reconhecer alguma dica para onde ir agora, pois sabia que aquele seria o lugar de onde o próprio iria ver o principal Inimigo Público do Governo de seu próprio pai. Passado alguns segundos, a profecia torna a se cumprir, pois Dean avista sem dificuldade uma figura tomada pelo luto representado em suas vestes negras. Pôs-se a expiar por alguns segundos, até reconhecer Vassili Armstrong, homem qual era declarado principal inimigo do Ministério por ser o mandante de inúmeros ataques de neo-comensais da morte, e tentativa de massacre do concelho adminstrativo do Wizengamot (suprema corte bruxa). Dean admirava-o por tamanha coragem na tentativa de mudar esse mundo, e sabia que ele não era o autor de nenhuma daquelas acusações, pois fora tudo um plano tramado por Frederick (pai de Dean). O grifino recolhe-se em encolha na árvore, e reflete o que faria em seguida: "não tenho escolha. É ele, tudo indica isso. Eu tenho que matá-lo, mesmo ele não tendo culpa alguma. Fora que isso é claramente uma tentativa de suicídio. Não me supreenderia se já-já aparecesse algum auror checando a ocorrência de um Repello Mugletum, levando em consideração, é claro, que Vassili como fora confirmado, é péssimo em duelos...". Dean cogitava por alguns instantes o que fazer para tudo acabar logo e não deixar tudo mais sangrento, quando finalmente tornou a expionar Vassili. Com a varinha em mãos, ergue-a em direção oposta à sua localização, formando uma secante menor que o raio da posição do procurado sobre o lago congelado. "Triplèsang Sonorus!" conjurava mentalmente, o Senhor Indesejado, um holograma falante assim que a azaração toca a área selecionada. Esse feitiço possui uma grande diferença do Triplèsang, pois o seu usuário possui a capacidade de manipular a fala holograma movimentando apenas a boca. A presença da cópia de Dean é notada. Vassili volta-se para ele. Dean começa a movimentar-se gesticulando para a efetividade do feitiço: dá alguns passos para frente (sem sair, o real, de trás do "muro" de árvores que o protegia) e saca a varinha conta Armstrong, abre a boca e começa a gesticular: — Você!, Vassili D'Aragon von Armstrong. Inimigo Número um do Ministério da Magia Bretão, acusado de filiação à sociedade das tremas instituida por Você-Sabe-Quem e atentado à gestão adminstrativa do governo britânico, renda-se agora, ou será necessário que eu tome as devidas providências como elemento do Departamento de Segunda do Mundo da Magia.


--------- O homem bom assume sua culpa; o homem inteligente assume seus erros e desculpa-se; e um Callaghan admite que pudera tramar sua suposta falha com o único exercício de manejar seus ideais para os reais caminhos.
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MensagemAssunto: Re: Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34   Sab Abr 19, 2014 11:36 pm

República Russa: Lago Plescheievo. - CICLO DE TREVAS.
A noite certamente não estava agradável. Digo isso não pelo frio capaz de congelar até espíritos. Digo pois a sensação de terror e ansiedade atuam em dinâmica única e implacável com meus pensamentos e sentimentos. Não conseguia parar de imaginar a maneira como morreria - o que era difícil de prever, levando em consideração que sou um lixo no manejo duelistico da varinha. Não conseguia parar de pensar em como seria a vida agora em diante daqueles que realmente amo. Pergunto-me se meu pai sairá vivo de Azkaban. Pergunto-me como será a vida daqueles que exclusivamente dependiam de mim (vale deixar claro que passei parte da vida tentando ser uma pessoa exemplar, não livre de pecados, mas o tipo de pessoa não hipocrita que reclama da sociedade, mas não tenta ajudá-la a mudar). Isso tudo sem mencionar minha esposa, Vallentine. Não gosto muito de citá-la em minhas reflexões, pois sinto como se estivesse traindo-a, afinal foi ela quem sempre me deu forças para continuar e lutar pelo o que acredito - ou acreditava -, isso desde nossos tempos em Hogwarts até os papeis ministeriais que pesavam sobre minha mesa, e sou fiel na afirmação de que não tenho mais coragem de trocar olhares com ela, acho que a desonra além de me tornar um inimigo público, retirou-me as forças que Vallentine tanto cultivava. Há quem jogue a culpa da minha situação atual nela, porém, trata-se de uma atitude idiota e irregular, até porque ela, como já disse, me deu forças e me apoio: a investida sempre foi realidade por minha autoria. Mas você deve estar se perguntando: "por que ele não fugiu com ela para o mais longe possível?", correto? Primeiro: infelizmente sou um "criminoso", arrastá-la comigo poderia transferir parte da "minha" culpa para ela. Segundo: quem foge do principal e mais secreto órgão governamental do mundo não tem lá o mesmo "conforto" que tem um morador de rua, e tais condições não são favoráveis para uma gestante. Sim, minha mulher está grávida. O que em cadeia cria um outro fator que faça-me preferir evitar pensar nela: saber que morrerei sem conhecer meu próprio filho. E pior: saber que terei que deixá-la sozinha para cuidar de uma criança. Mas como disse antes: não tenho escolha, e não adianta dizer que só não há jeito para a morte, pois acredite, eu realmente tentei, mas acabei piorando as coisas. Fora que permanecer vivo pode também significar uma ameaça à minha família - vale lembrar que o ódio de Frederick (ministro da magia) chegou ao meu pai, e não me perdoaria ao saber que também chegara ao meu filho, então estou fazendo, na verdade, um favor aos que amo.

Porém, uma reflexão que deixei vaga aqui foi o motivo pelo qual não dou o rápido e simples fim em minha vida. Ora, é algo não muito complexo de se explicar, acreditando no fato desse conhecimento ser abrengente até os confins da terra: sou religioso (católico), e como muitos sabem, o suicídio é o pecado imperdoável para as santidades divinas, e não, não estou apto a ir para o inferno depois de uma vida repleta de boas escolhas e pensamentos.

Eis que enfim (após quase meia-hora) algo descomunal acontece: primeiro escutei ruídos à minha lateral, e em seguida ecoram pela floresta às minhas costas palavras típicas e ríspidas para um auror, no entanto, a voz do autor além de possuir caractéristicas graves para um adolescente de dezessete-dezenove anos, era-me familiar, muito familiar. Permaneci virado de costas para a floresta - tentando lembrar da voz que estava a escutar - até que o auror concluísse as ameaças. Quando finalmente esse encontrou um fim para seu ditado, virei-me com a varinha em mãos, no entanto, ainda abaixadas. Olhei-o e por alguns instantes não pude crer: era Dean Crawford, filho do meio de Frederick Callaghan. Supreendi-me antes por não ser atacado pelas sombras, e me supreendi mais ainda quando tomei conhecimento que o homem qual duelaria era o filho do homem que há muito tirou minha vida. Não me supreendi só pela relação familiar, mas sim porque qualquer Callaghan teria prazer em observar a luz deixar meus olhos e não dariam um fim rápido em mim, todos, com algumas raras exeções, como Dean Crawford - rapaz que me ajudou a escapar da perseguição de mais ou menos catorze aurores (Dean estava compondo o grupo como estagiário, que só precisava observar a atuação do Departamento de Execução das Leis da Magia na caça de um procurado em sua casa, mas acabou neutralizando seus companheiros por alguns segundos, abriu um portal para que eu fugisse, e depois apagou a memória deles e acompanhou a operação como se nada tivesse ocorrido). Será que aquilo poderia siguinificar algo? O que estariam tramando para mim? O que Frederick fizera com o próprio filho? Será que eu de alguma forma decepcionei aquele ser que antes me salvara? Bem, acredito que nada disso realmente importe agora. Pelo que percebi, ele estava ali, desta vez, para me prender, e como já disse: não estou apto à ir para Azkaban, até porque sei que seria torturado e morto bem antes de chegar no cóvil dos dementadores.

— Boa noite, senhor Crawford!... — disse tentando incorporar o herói qual desenho ser lembrado — Creio que não está aqui para me ajudar a fugir novamente, não?  — questionei, e instantes após continuei — O senhor não é muito novo para participar da captura do Inimigo Número Um do Ministério e para ser auror?  — disse recordano-me que Dean tinha apenas dezoito anos de idade, e que mesmo sendo abrangido pela maioridade, ainda sim estava no sétimo ano escolar de Hogwarts. Mas não é realmente hora para pensar nisso, afinal, mesmo tão jovem, o grifino era um exelênte duelista e um garoto no minímo perigoso. — Bem, acredito que isso não vem ao caso, correto? E não, não vou me entregar.  — disse finalmente erguendo a varinha contra o garoto. Ele já estava com a varinha posicionada contra mim, portanto deixei que ele atacasse primeiro - té porque por algum motivo ele me deixou erguer a varinha -, mas aparentemente ele também esperava que eu começasse, então girei a varinha ao redor de Dean em minha mira, e pronunciei: — Expelliarmus! —, observei um feixe de luz azul formar-se na ponta da "minha" varinha e correr em direção ao peito de Dean. Notei que ele foi muito rápido em se defender, como se tivesse apenas dado um passo para o lado, no entanto, em seguida, sem lhe dar chance de um contra-ataque sequêncial, dei um pulo para frente e debrucei-me para mirá-lo com maior precisão inda sim girando a varinha e então tornei a rogar outro ataque: — Sectumsempra! — e tornei a analisar outro lampejo vermelho que formava-se na ponta da azevinho e era disparado contra Dean. Sectumsempra era um feitiço forte, algo não muito bom para iniciar um ataque, todavia, sabia que aquilo não duradia muito, e sim, usei um feitiço quase mortal que provoca hemorragia externa, mesmo não tendo intenção de machucar Dean, afinal, para ele, não seria difícil desviar um feitiço assim.

OFF: ainda editando :v

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MensagemAssunto: Re: Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34   

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Lago Plescheievo - Rússia; 13, set. 2043 - 18h34

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